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Saiba tudo sobre os hormônios da felicidade

   

Hormônios da Felicidade | Fitmoda

   

Você já ouviu falar em hormônios da felicidade?

Sempre foi difícil entender como realmente acontecem as diversas reações que garantem um ótimo funcionamento do organismo, e ainda repercutem em estados de espírito como humor, bem-estar, disposição e até mesmo a felicidade.

Desta forma, ao longo dos anos, artistas e pensadores se dedicaram muito na busca de traduzir esses sentimentos que compunham tal condição.

A grande incógnita foi desvendada no momento em que se houve a descoberta de que os principais responsáveis por proporcionar essas sensações maravilhosas são os neurotransmissores.

Estes são produzidos pelo próprio corpo, mais precisamente pelo cérebro, sendo considerados mensageiros que intensificam e modulam as reações corporais.

Assim que geradas, essas substancias são liberadas mediante a situações específicas de algumas práticas, dividindo-se então entre excitatórias, que provocam a ação, e inibitórias, que acalmam as atividades locais.

Entre os hormônios que causam esses prazeres, os mais importantes são: serotonina, endorfina, dopamina e a ocitocina.

Sabendo disto, neste artigo iremos abordar os principais assuntos que envolvem os hormônios da felicidade, de modo a entender as formas de desenvolvimento dessas quatro principais substâncias no organismo humano e o que acarreta seus estímulos. Saiba mais!

   

O que são os hormônios da felicidade?

   

Como já visto, os hormônios da felicidade são neurotransmissores capazes de gerar sensações de contentamento, alegria e recompensa.

Estes estão sempre ativos no nosso organismo, por isso se algum deles se desequilibram, o corpo pode reagir de maneira revertida através da insônia, estresse, ganho de peso e, é claro, mau humor. 

Sem contar que também podem levar à desmotivação e à tendência a adiar tarefas e compromissos, e em casos graves de baixa desses neurotransmissores, as pessoas podem até desenvolver depressão e Parkinson.

Sendo assim, todos os neurotransmissores atuam como mensageiros químicos, transportando, estimulando e equilibrando os sinais entre neurônios, células nervosas e outras células do corpo.

Após a liberação, a substância atravessa o espaço existente entre as células e se conecta ao outro neurônio, estimulando ou inibindo a célula receptora, de acordo com a sua característica exigida.

Além das sensações, eles podem afetar uma ampla variedade de funções físicas, incluindo frequência cardíaca, sono e apetite.

Sabe-se que manter uma alimentação saudável é essencial para que se haja qualidade de vida, uma vez que a prática ajuda na liberação desses neurotransmissores na corrente sanguínea.

 Muito além do que o hábito de se comer saudável, se exercitar com regularidade, ter momentos satisfatórios de lazer, dormir as horas necessárias e controlar a mente através da meditação, também são atos capazes de auxiliar a manter em alta os níveis desses hormônios.

 Afinal, são essas horas de prazer e relaxamento que nos levam a ter uma boa qualidade ao que envolve o físico, sobretudo a mente.

   

Quais são esses neurotransmissores?

   

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Existem vários tipos de neurotransmissores, porém cada um possui sua característica a fim de designar um trabalho especial, e logo que executado, se apagam. Confira as informações a respeito dessas substancias junto com as que formam o quarteto da felicidade.

   

SEROTONINA

   

A serotonina é um neurotransmissor encontrado principalmente no sistema nervoso central, trato gastrointestinal e plaquetas, sendo sua maior parte utilizada pelo corpo, a que é produzida no intestino.

Ela é responsável por promover sensação que beneficiam pontos como equilibrar o humor, apetite, sono, memória, aprendizagem e temperatura.

Assim sendo, a sua ausência no cérebro pode causar de mau humor, a irritabilidade, sonolência, cansaço, falta de memória, de concentração, dificuldades de aprendizado e até inibição sexual.

Em casos mais graves, ela consegue provocar transtornos afetivos mais sérios, como sentimento de solidão e abandono, responsáveis por suscitar a tristeza e a depressão.

Além disso a serotonina, auxilia funções fisiológicas importantes, como movimentos peristálticos, a manutenção da circulação sanguínea e a integridade cardiovascular.

   

ENDORFINA

   

A endorfina é considerada as morfinas naturais do corpo, ela é liberada no organismo simulando um analgésico biológico diante das situações de maiores dificuldades, como dor e estresse, com o objetivo de amenizá-los.

Caracterizada por uma breve euforia, que mascara dores físicas, cansaço e sentimentos ruis, ela induz sentimentos de prazer, que ajudam a relaxar o corpo e a mente para controlar a tristeza e falta de disposição.

Pesquisas ainda apontam um grande potencial para inibir o crescimento de células cancerígenas e equilibrar a produção de outros hormônios.

   

DOPAMINA

   

Reconhecida como o hormônio da recompensa, a dopamina é o neurotransmissor principal na regulação dos processos motivacionais e é determinante no que desrespeita ao aumento do da produtividade.

Basicamente, essa substância é liberada no momento em que o objetivo é atingido, ou quando pequenas metas de curto prazo são estabelecidas na rotina, assim estimulando o cérebro a completar tarefas, impulsionando-o ao alcance dos planos.

Uma vez correspondente por uma produção de forma equilibrada, ela também está associada ao amor, bem-estar, felicidade e ao prazer.

Por outro lado, com a produção anormal ou deficitária dessa substância, pode acarretar distúrbios psicológicos, como a depressão e a ansiedade, a doenças mentais, como o Parkinson e a esquizofrenia, e a dependência de drogas.

   

OCITOCINA

   

A ocitocina é conhecida como o “hormônio do amor”, ela responsável por promover sensação de confiança, auxiliando na criação de laços nos relacionamentos de modo geral.

 Ela está presente na hora do parto, estimulando as contrações do útero e a liberação do primeiro leite durante a amamentação.

A ocitocina pode ter ligação com a saúde sexual, potencializando o desejo sexual feminino e o orgasmo masculino. 

Outros estudos apontam poder de diminuir a memória de experiências ruins.

   

Como estimular esses hormônios?

   

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SEROTONINA

 

CUIDAR DE SI

   

Descansar e dar mais atenção às suas necessidades é crucial para a remoção de cortisol, hormônio ligado ao estresse, e o aumento da serotonina.

Encontre tempo para exercer o autocuidado. Busque uma tarefa que te satisfaça.

Massagem, sauna ou ioga são atividades que reduzem o estresse.

   

BANHO DE SOL

   

A luz solar estimula a produção e a liberação de diversas substâncias benéficas em nosso corpo, entre elas a importante vitamina D.

Com 15 a 20 minutos de sol diários é possível ver melhora na sua produtividade e felicidade.

Use protetor solar contra os malefícios que os raios UV podem causar na pele, desta forma não será atenuada os efeitos da luz solar sobre a nossa química.

   

INGERIR 5-HTP

   

A 5-HTP é um aminoácido natural, precursor da serotonina, que pode ser suplementado por via oral.

Seu uso é normalmente prescrito em tratamentos de ansiedade, depressão, fibromialgia, insônia e hipertensão.

   

MEDITAÇÃO

   

A prática regular da meditação produz efeitos que reduzem o índice de cortisol, o que possibilita o aumento na produção de serotonina e outros benefícios para o corpo.

Basta uma prática diária com duração de 15 a 20 minutos, para que se possa obter resultados positivos.

   

ENDORFINA

 

BANHO FRIO

   

Tomar um banho gelado é considerado ruim para a maioria das pessoas, mas ao fechar a torneira a sensação de bem-estar logo é sinalizada.

Isso ocorre uma vez que o nosso corpo libera a endorfina para diminuir a sensação do choque térmico causado pela água fria. E quando há interrupção do causador do choque térmico, sobram os efeitos da endorfina.

   

EXERCÍCIOS COM INTENSIDADE

   

Pesquisadores descobriram que o treinamento de alta intensidade, que induza atividade anaeróbica, estimula a liberação de endorfina na corrente sanguínea. É uma resposta à escassez de oxigênio durante a produção de energia nos músculos.

   

DORMIR BEM

   

A privação do sono tende a diminuir a conexão da endorfina com os receptores do sistema límbico, que controla a sensação de prazer.

Assim, uma noite em que se cumpre as horas necessária, normalmente é bem dormida, assim possibilita o melhor aproveitamento da endorfina.

   

BANHO DE SOL

   

Assim como a serotonina, a endorfina é influenciada pela exposição ao sol. Neste caso, porque ela afeta diretamente a produção de endorfina em nosso organismo.

Se você não consegue tomar sol por qualquer motivo, pode usar uma luz UVB, que também induzirá a vitamina D, ou ainda suplementar diretamente a vitamina.

   

ESTAR NA PRESENÇA DE AMIGOS

   

Estar em boa companhia capacita a liberação de endorfina no organismo. Isso ocorre porque as interações sociais positivas estimulam a liberação de serotonina, atuando na mesma área do cérebro ligada ao efeito de drogas.

   

COMER CERTOS ALIMENTOS

   

Alguns alimentos possuem em seus componentes ingredientes da endorfina, estes são: chocolate, pimenta, aveia, alface e sementes de abóbora e girassol.

Quando combinados com a prática esportiva ou algum outro estimulante, podem impulsionar a produção do hormônio ainda mais.

   

COMER ALIEMENTOS SABOROSOS

   

A estimulação de receptores da endorfina aumenta após a ingestão de alimentos que apreciamos.

Mas lembre-se, o consumo excessivo de alimentos ultra processados e altamente palatáveis é apontado como um dos principais fatores para as crescentes taxas de obesidade em todo o mundo.

   

ACUPUNTURA

   

Os opioides inatos desempenham um papel importante através da acupuntura. A acupuntura ativa o sistema opioide, influenciando a liberação e síntese de endorfina e regulando a função e expressão de seus receptores.

   

DOPAMINA

   

ALCANÇAR METAS

   

Sabemos que a dopamina é o hormônio da recompensa, por isso ela só é liberada quando se atinge um objetivo.

Aos transformar uma meta de longo prazo em pequenas metas de curto prazo promovemos um aumento da dopamina por ser proporcionado a conclusão dos objetivos em intervalos de tempo menores.

Também podemos nos propor metas simples, que sempre se é deixada para depois ou que não aparenta ter tanta valência.

   

SE EXERCITAR

   

A atividade física é recomendada por inúmeros benefícios. Dentre eles pode-se destacar o aumento da produção de novas células cerebrais, além de retardar o envelhecimento e melhorar o fluxo de nutrientes para o cérebro.

   

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REFORÇAR O SISTEMA ANTIOXIDANTE

   

Por ser facilmente oxidada, a ação da dopamina é maior quando estamos com o sistema antioxidante fortalecido.

Priorize uma dieta com betacaroteno, vitamina C, vitamina E e minerais auxilia o organismo na produção dos antagonistas dos radicais livres para que se reforce o sistema antioxidante e assim seja estimulado a liberação de dopamina.

   

MEDITAR

   

Praticantes regulares de meditação experimentam elevada capacidade de aprendizado, aumento da criatividade e relaxamento profundo.

Sendo assim, é de se concluir que a meditação aumenta a dopamina, melhorando o foco e a concentração no dia a dia.

   

OCITOCINA

   

LONGOS ABRAÇOS

   

Abraços demorados estimulam a liberação de ocitocina no cérebro. O gesto é recomendado para crianças, pois assim são induzidas a crescerem com sensação de acolhimento.

   

RELAÇÕES SEXUAIS

   

Durante as relações sexuais, o corpo é gradativamente tomado por ocitocina. Este é um processo que começa com os primeiros estímulos táteis e atinge o nível máximo durante o orgasmo.

   

BANHO DE SOL

   

Reincidente em recomendações para estimular outros hormônios, a ocitocina tem sua produção influenciada pela exposição ao sol.

Reforça a ideia de quem não consegue tomar sol por qualquer motivo, pode usar uma luz UVB ou suplementar com vitamina D.

   

RELAXAR

   

Busque praticar mais ações que levam ao relaxamento, como ouvir música calma, praticar yoga, tomar banhos quentes e meditação induzem a liberação de ocitocina no organismo.

   

INGERIR HORMÔNIO

   

A ocitocina é um hormônio da felicidade que pode ser ingerido diretamente. Sendo assim, ele pode ser produzido por farmácias de manipulação, sob receita médica, e pode ser ingerido via spray nasal ou gotas sublinguais.

   

CONCLUSÃO

   

Hormônios da Felicidade | Fitmoda

   

Através deste artigo, foi possível concluir que muitas das ações comuns do cotidiano são capazes de contribuir para o desenvolvimento dos hormônios da felicidade.

Observa-se em sua grande maioria, a semelhança entre algumas práticas para que se estimule a produção das diferentes substâncias no organismo humano.

Além disso, muitas das recomendações, apresentam outros benefícios destintos que contribuem para a melhora da saúde como um todo e consequentemente, da qualidade de vida.

Que tal mudar os hábitos e apostar em uma rotina que irá favorecer o despertar com mais frequência dos hormônios da felicidade?

A Fitmoda é a sua fiel parceira no momento de cuidar da sua saúde e também de escolher aquele look fitness que a gente tanto ama!

Priorize o que te faz feliz!

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